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Calendário Treinamento

FEVEREIRO 2012
08 a 10
Introdução ao RCM
 
MARÇO 2012
06 A 08
Introdução à Confiabilidade Humana
21 e 22
Gestão do Risco aplicada aos Ativos Físicos
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ABRIL 2012
03 a 05
Introdução ao RCM
16 a 27
Formação do FACILITADOR RCM
 
RCM - Manutenção Centrada em Confiabilidade
O RCM – Manutenção  Centrada  em Confiabilidade, é um processo usado para se determinar – sistemática e cientificamente  - o que deve ser feito para assegurar que os sistemas físicos operacionais continuem a atender as necessidades de seus usuários.  Amplamente reconhecido pelos profissionais de manutenção como o melhor caminho de custo-efetivo para se desenvolver estratégias de “World-Class Maintenance”, o  RCM proporciona a obtenção de  uma rápida, sustentável e substancial  melhoria na disponibilidade e  confiabilidade da planta, bem como da qualidade do produto, aspectos de segurança e meio ambiente.
Gestão do Risco aplicada aos Ativos Físicos
O Gerenciamento de Riscos é o termo aplicado a um método lógico e sistemático de estabelecer o contexto, identificando, analisando, avaliando, tratando, monitorando e comunicando os riscos associados com qualquer atividade, função ou processo de modo a capacitar as organizações a minimizar as perdas e maximizar as oportunidades.
Ainda não é  compreendido pelos administradores como sendo um processo decisivo para evitar o não atendimento de seus objetivos estratégicos, de forma eficiente e sistêmica, englobando as principais dimensões do negócio: Operacional, Financeira, Tecnologia da Informação, Meio-Ambiente, Laboral, Projetos e Tecnologia, dentre outras. 
Se aumentamos a Confiabilidade Operacional dos nossos Ativos Produtivos, logo os Riscos relacionados diminuem. Se pudermos efetuar esta gestão de modo sistematico teremos então uma poderosa ferramenta de controle das possiveis perdas, e poderemos conhece-las e mensurá-las corretamente atuando proativamente a fim de minimizá-las.
Confiabilidade Humana
A Confiabilidade de um Sistema Produtivo não pode jamais ser contemplada com uma visão restrita aos equipamentos e componente, sem o entendimento de que o elemento humano é parte integrante importante do processo.
Desde que o RCM recomenda que os erros humanos, sejam de operação ou manutenção, devam ser listados durante o processo de levantamento dos problemas e tratados a contento, este entendimento fica mais claro.
Portanto, se o elemento humano faz parte do processo, da mesma forma poderá falhar, e essas falhas redundarão na perda de funções importantes do processo produtivo como um todo.
Estas falhas, não necessáriamente estão relacionadas com despreparo, incapacidade ou falta de comprometimento, mas podem estar relacionadas a condições ergonomicas, sensoriais, fisiologicas  ou psicologicas desfavoráveis. Neste ponto surge a confiabilidade humana, materia para estudar e trazer as corretas medidas para o gerencimanto adequado a este tipo de falha.
Quanto por cento do processo é afetado por este tipo de falha dentro de nossa fábricas ? Certamente muito. Aqui no Brasil, cerca de 90% dos acidentes de transito, são causados por falhas humanas.
A Quarta Geração da Manutenção de Ativos
O objetivo de qualquer estratégia de manutenção desenvolvida utilizando-se o RCM, é o de maximizar a eficácia de um ativo, minimizando os efeitos e/ou a probabilidade de falhas, ou, maximizar ganhos e reduzir perdas, tal qual a Gestão de Riscos. A partir de um contexto de gestão de Ativos, o RCM portanto é Gestão de Riscos. Logo a quarta geração tende a utilizar a Gestão do Ativo juntamente com a Gestão do Risco associado à ocorrencia do evento, permitindo uma visão mais clara dos prejuizos a serem evitados e dos beneficios que podem ser alcançados, num âmbito corporativo de gestão. Valores de coberturas e investimentos em contingenciamento ficam melhor definidos, trazendo eficacia aos custos envolvidos e aumentando a competitividade do negócio. Estes fatores aliados ao reconhecimento da importancia do elemento humano no processo de confiabilidade e com incremento da materia Confiabilidade Humana, ao desenvolvimento de novos metodos preditivos e de medição e demonstração de resultados, certamente prometem uma maior eficácia nos resultados, com relação à gestão das falhas e suas consequencias.
Normas - SAE JA1011/12 - ISO 31000 - PAS 55
  • SAE JA1011/12 (RCM)
O padrão SAE JA1011 é um documento sintético contendo um prefácio, um glossário e uma bibliografia. Recomenda-se que seja referenciado em todas as organizações que pretendam aplicar o RCM.
O escopo e alcance da norma SAE JA1012 (“A Guide to the Reliability-Centered Maintenance - RCM - Standard”) amplifica e clareia cada um dos critéros chave listados na SAE JA1011, e resume questoes adicionais que devem ser consideradas ao se aplicar RCM de modo bem sucedido.
  • ISO 31000 (RISCO)

Em 2009 foi lançada a primeira versão da ISO 31000, que trata das principais questões da Gestão do Risco. Ao contrário das outras normas ISO já conhecidas a ISO 31000 não é certificadora.  Ressalta que a Gestão de Riscos deve ser absorvida pela filosofia de negócios da organização, podendo ser aplicada em todos os níveis estratégicos e operacionais, de forma a acrescentar valor aos seus processos e práticas internas, em conjunto com as normas já existentes, e não como uma atividade em separado, ou que irá substituir outras normas.

  • PAS 55 (GESTÃO DE ATIVOS)

PAS 55 é um documento elaborado para detalhar as melhores práticas para a Gestão de Ativos , desde a estratégia de ciclo de vida até a manutenção diária (custo/risco/performance). Com grande ênfase na gestão dos riscos relacionados às possíveis falhas, permitirá uma melhor gestão efetiva do ativo. Ele permite a integração de todos os aspectos do ciclo de vida do ativo: a partir do primeiro reconhecimento da necessidade do projeto aquisição, construção, comissionamento, utilização ou operação, manutenção, renovação, modificação e/ou eliminação definitiva. É uma publicação do BSI British Standards com o rigor de uma especificação acessível ao público. O PAS 55 foi inicializado e agora é distribuído em todo o mundo e suportada pelo Instituto de Gestão de Ativos (IGA). Ele descreve detalhadamente o que deve ser feito, mas não como fazê-lo. É semelhante a um padrão ISO, o que é provável de se tornar em alguns anos (ISO 55000).

Treinamentos e Transferência de Tecnologia
O processo de Gestão Operacional de Ativos envolve a participação dos principais responsáveis pelo gerenciamento do risco e da confiabilidade operacional da planta, ou seja, as altas gerencias, as áreas de
operação / produção e de manutenção, com a colaboração de todos os demais que tenham algum interesse legítimo no sistema físico em foco (por exemplo, engenharia de processo, segurança, meio ambiente).
Nunca é demais lembrar que o desempenho ótimo da planta exige a participação de equipes multifuncionais para um pleno e simultâneo atendimento de todas as variáveis operacionais relativas aos processos em foco.
A fim de capacitar tecnologicamente estas equipes, a SQL BRASIL desenvolveu cursos para formação profissional dos componentes, com o objetivo de tranferir a tecnologia capacitando as empresas a desenvolver com suficiencia seus programas de gestão da confiabilidade e risco dos ativos.

VEJA PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI

SQL Brasil
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consunting_rrHoje em dia, a saúde física e financeira das organizações dependem cada vez mais da continuidade operacional de seus ativos, o que significa que a pressão sobre os responsáveis ​​em mantê-los funcionando torna-se cada vez mais intensa.

Esta pressão é exercida não apenas por clientes que exigem elevados padrões de qualidade, mas também pelos órgãos reguladores que exigem segurança, alta disponibilidade e ausência de agressão ao meio ambiente de forma cada vez mais severa.

• Como manter a confiabilidade alta nos processos, gerenciar os riscos associados às falhas mantendo-os em níveis aceitáveis ​​e ainda ser competitivo e sustentável?
• A SQL BRASIL,  continuamente, têm-se especializado nestas áreas, utilizando metodologias consagradas, tais como o RCM, e está pronta para enfrentar estes desafios, juntamente com sua empresa.
• Tomar as ações corretas na hora certa, e somente elas, evitando o desperdício de recursos. Este é o único caminho para qualquer empresa que queira se manter competitiva no mundo de hoje.

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"Não basta executar certo as tarefas de mantutenção, é preciso executar certo as tarefas certas."

John Moubray