O RCM
e um processo utilizado para decidir o que deve
ser feito para assegurar que qualquer ativo
físico, isto e, um sistema individual ou um
processo, continue a fazer
tudo o que os seus usuários desejam que ele
faça. O que os usuários esperam de seus bens
físicos e definido em termos de
parâmetros de
desempenho primário tais como
quantidade de saída, velocidade, limites de
calibração e posicionamento.
Onde
relevante, o RCM também define
o que os usuários desejam em termos de
risco (quanto a segurança
e integridade ambiental),
qualidade (precisão,
exatidão, consistência e estabilidade),
controle economia e outros aspectos funcionais
relevantes.
O próximo
passo no processo RCM e
identificar as maneiras na qual o sistema pode
falhar em atender estas expectativas (estados
de falha), seguido por um FMEA
("Failure Modes and Effects Analysis", isto
e, “Modos de Falha e Analise de Efeitos”),
para identificar todos os eventos que são
razoavelmente prováveis de originar cada estado
de falha.
Finalmente, o
processo RCM procura
identificar uma estratégia
adequada de gerenciamento da falha, lidando com
cada modo de falha, de per si, a luz
das suas conseqüências e características
técnicas.
As estratégias
de gerenciamento da falha incluem:
- manutenção preditiva
(manutenção sob condição)
- manutenção preventiva
(restauração ou substituição)
- busca de falha
- mudança do projeto ou da
configuração do sistema
- mudança do modo como o
sistema e operado
- incorrer na falha
O processo
RCM oferece regras poderosas
para decidir se cada política de gerenciamento e
tecnicamente apropriada. Também proporciona
critérios precisos para decidir quão
freqüentemente as tarefas de rotina devam ser
feitas.